sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Brincando a gente aprende!!

    Quem nunca imaginou que era uma princesa? Um super-herói? Ou que estava voando? 
    Lembro bem da minha infância e das minhas brincadeiras de faz de conta! Na minha época acho que o sonho de toda menina da minha idade era ser uma Paquita e dançar no Show da Xuxa... Sim meninos, ficávamos horas dançando com roupas improvisadas na frente do espelho.. Me lembro também de brincadeiras que inventávamos bruxas (e muitas vezes acreditávamos nessas invenções), ou que tinha anéis que davam força e poder... Enfim, brincadeiras que exercitavam o meu imaginário e as quais, quando me recordo, me trazem sensações de muita alegria!
  Essa semana estava com minha turma na pracinha da escola e quando vi estavam todos brincando de "faz de conta", cada um era um personagem diferente.. Uns estavam no gira-gira indo ao cinema, outros indo viajar de avião (no escorregador), alguns cavalgavam na árvore e outros dançavam e cantavam como se estivessem no filme Frozen. Na correria do nosso dia-a-dia, momentos em que consigo parar e ter esses "insights" realmente me emocionam... Como é bom ser criança e somente ter como preocupação "se o meu amigo não vai me pegar ou se vou montar o maior castelo"...   
   Que felicidade poder ser quem a gente quiser... E é assim que as crianças vão criando suas possibilidades e lidando com suas vivências, corpos, pensamentos.. Assimilando a realidade, reproduzindo-a e interagindo com os outros... Dessa maneira a criança aprende novos conceitos, aprende a lidar com medos, frustrações e desejos. Aprende a socializar-se, assume papéis sociais e os compreende. Vai ganhando e construindo seu espaço na sociedade, desenvolvendo sua personalidade e maneiras de lidar com situações da vida real. 
   Deixar a criança brincar livre e espontaneamente faz parte do aprendizado e tem papel fundamental no seu desenvolvimento! Vamos brincar mais, deixar livre o pensamento, criar possibilidades e novos desafios... 

Um ótimo dia para todos... 
  

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

A mudança começa em nós mesmos...


   Olhando este lindo trabalho e vídeo podemos refletir que na verdade, o mundo realmente é feito a mão. Pensando assim, e como educadora, penso que sou também uma escultora de obras primas... Estas, as crianças com quem trabalho, refletirão no mundo, o que vivemos hoje! Por isso é importante estar em constante reflexão do meu trabalho, das minhas práticas, da importância de contar sempre com as trocas de experiências com outras pessoas... Pois não construímos nada sozinhos!! 
   "Dar as mãos" essa é uma idéia que muito trabalhamos na Educação Infantil... Deêm as mãos para fazermos uma roda musicada, para caminharmos até o pátio, para atravessarmos a rua... E por que não dar as mãos para construir um mundo melhor? Ensinar e aprender a andarmos juntos, pensarmos juntos, sermos menos individualistas e mais compreensivos... E olha, isto não é um trabalho fácil, pois é da natureza humana ser egocêntrico.. Mas a prática, se não nos leva à perfeição, nos aprimora e engrandece! 
   Vamos praticar o respeito, o amor, o carinho e a gratidão, o resto vem como plus... 

   A vida se encarrega de retribuir o bem que fazemos aos outros!!! 
   Um beijo a todos!!


sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Direito à infância


Criança tem que ser criança, seja onde for, de onde for, da idade que for.. A infância é direito da criança e proporcioná-la, é dever do adulto!!
Vamos cuidar dos nossos pequenos, proporcionar momentos de alegria e diversão e educá-los para que crescem com dignidade, respeito e sensibilidade!! 

Como não ser loucamente apaixonada??


 Como não amar enlouquecidamente alguém assim? 

Essa é a Sofia dando um show lá em casa com o Rafael...
Nada como faltar luz para uma criança ficar entediada e sem ter o que fazer!!! Não aqui... É simples, pegue um violão, alguém que toque um violão (muito importante) e deixe rolar!! Esse dia foi muito divertido...

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Tudo que eu devia saber na vida aprendi no jardim de infância.


"Tudo que eu preciso mesmo saber sobre como viver, o que fazer, e como ser, aprendi no jardim de infância. A sabedoria não estava no topo da montanha mais alta, no último ano de um curso superior, mas na caixa de areia do pátio da escolinha. Vejam o que aprendi:

- Dividir tudo com os companheiros.
- Jogar conforme as regras do jogo.
- Não bater em ninguém.
- Guardar os brinquedos onde os encontrava.
- Arrumar a “bagunça” que eu mesmo fazia.
- Não tocar no que não era meu.
- Pedir desculpas, se machucava alguém.
- Lavar as mãos antes de comer.
- Apertar a descarga da privada.
- Biscoito quente e leite frio fazem bem à saúde.
- Fazer de tudo um pouco – estudar, pensar e desenhar, pintar, cantar e dançar, brincar e trabalhar, de tudo um pouco, todos os dias.
- Tirar uma soneca todas as tardes.
- Ao sair pelo mundo, cuidado com o trânsito, ficar sempre de mãos dadas com o companheiro e sempre “de olho” na professora.

Pense na sementinha de feijão, plantada no copo de plástico: as raízes vão para baixo e para dentro, e a planta cresce para cima – ninguém sabe como ou por quê, mas a verdade é que nós também somos assim. Peixes dourados, porquinhos-da-índia, esquilos, hamsters e até a semente no copinho plástico – tudo isso morre. Nós também. E lembre-se ainda dos livros de histórias infantis e da primeira palavra que você aprendeu, a mais importante de todas: Olhe! Tudo que você precisa mesmo saber está por aí, em algum lugar. A regra de ouro, o amor e os princípios de higiene. Ecologia e política, igualdade e vida saudável. Escolha um desses itens e o elabore em termos sofisticados, em linguagem de adulto; depois aplique-o à vida de sua família, ao seu trabalho, à forma de governo de seu país, ao seu mundo, e verá que a verdade que ele contém mantém-se clara e firme. Pense o quanto o mundo seria melhor se todos nós – o mundo inteiro – fizéssemos um lanche de biscoitos com leite às três da tarde e depois nos deitássemos, sem a menor preocupação, cada um no seu colchãozinho, para uma soneca. Ou se todos os governos adotassem, como política básica, a idéia de recolocar as coisas nos lugares onde estavam quando foram retiradas; arrumar a “bagunça” que tivessem feito. E é verdade, não importa quantos anos você tenha: ao sair pelo mundo, vá de mãos dadas, e fique sempre “de olho” no companheiro."
                                                                                                  Robert Fulghum

Texto maravilhoso para iniciar os trabalhos.. Bem verdadeiro!